Morte, eutánasia e cuidados paliativos
Resumo
A pessoa humana tem, em pessoa ou em ato, uma inteligência capaz de realizar operações abstratas, uma vontade capaz de amar o bem e uma liberdade que lhe permite definir seu modo de atuar (ou de não atuar). Estas características, inerentes ao ser da pessoa humana, derivam-se da unidade substancial entre a alma espiritual e o corpo, e lhe conferem uma dignidade especial que deve refletirse em como afronta sua existência e como é tratada e respeitada pelos demais.
De fato, a dignidade da pessoa humana lhe confere direitos e deveres como o respeito incondicionado da vida humana inocente (própria e alheia). Portanto, a morte do ser humano e o período cercão a esta exigem um grande respeito e um tratamento acorde com essa dignidade, que lhe permitam enfrentar esta etapa com grande decoro e integridade.
Enquanto a eutanásia representa um modo de enfrentar a morte, o que desconhece a inviolabilidade da vida humana, e, portanto atenta contra a dignidade da pessoa, os cuidados paliativos atuais contam com ferramentas muito eficazes para aliviar o sofrimento e acompanhar o ser humano nesta crucial etapa da vida em consonância com a dignidade da que é revestido.
Downloads
Como Citar
Edição
Seção
Licença
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Esta revista e os seus artigos estão publicados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0). Você tem o direito de compartilhar, copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato. Para que isto ocorra: você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas; você não pode usar o material para fins comerciais; e, se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você não pode distribuir o material modificado.


