Edo, ergo sum: considerações antropológicas, éticas e educacionais sobre comer

Autores

Palavras-chave:

comer e comida, comunicação, educação, ética, hábitos humanos, relacionalidade

Resumo

Defendemos que, como o ato de comer é racional e relacional, também deve ser um tema educativo relacionado com a sociedade e o ambiente, com a política e a saúde, com os gostos e as tendências, e também com os fatores genéticos e epigenéticos. Essa hipótese tem relação com uma certa teoria do ato humano e uma antropologia baseada nas especulações filosóficas de MacIntyre e Aristóteles. Nesse sentido, argumentamos que as opções alimentares são um “híbrido” de liberdade, racionalidade e elementos inconscientes e ambientais, e estão relacionadas às dimensões espirituais e biológicas dos seres humanos. Finalmente, sugerimos que devemos mudar os hábitos humanos para transformar a forma humana de agir, já que cada ato humano pode alterar a essência humana e vice-versa.

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Biografia do Autor

Luca Valera, Pontificia Universidad Católica de Chile

Facultad de Filosofía y Centro de Bioética

Maria Teresa Russo, Università degli Studi di Roma Tre

Dipartimento di Scienze della Formazione

Publicado

2018-07-19

Como Citar

Valera, L., & Russo, M. T. (2018). Edo, ergo sum: considerações antropológicas, éticas e educacionais sobre comer. Persona Y Bioética, 22(1), 18–28. Recuperado de https://personaybioetica.unisabana.edu.co/index.php/personaybioetica/article/view/8306

Edição

Seção

Artigos de reflexão