A sedação paliativa encurta a vida dos pacientes?

Autores

  • Maria de la Luz Casas-Martínez Autor Universidad Panamericana, México
  • Ignacio Mora-Magaña Autor

Palavras-chave:

Eutanásia, pacientes terminais, qualidade de vida, sedação paliativa, sintomas refratários

Resumo

O respeito pela vida humana é primordial na atuação médica. Em pacientes terminais, os sintomas refratários são lugar de sedação paliativa. Este artigo identi ca, a partir de evidência cientí ca, a sobrevida em pacientes com sedação paliativa em comparação com aqueles que não a receberam. Foi realizada uma busca de revisões sistemáticas de 2000 a 2016, os resultados foram analisados me- todologicamente e comparados. Por razões metodológicas, não foi possível realizar metanálise. Conclui-se que a sedação paliativa terminal não encurta a vida dos pacientes. A aplicação do princípio de duplo efeito relacionado com o possível encurtamento da vida é reformulada; o mal indesejado é a perda de consciência. 

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Biografia do Autor

Maria de la Luz Casas-Martínez, Universidad Panamericana, México

Profesor investigador, Coordinador de investigación, Centro Interdisciplinario de Bioética, Universidad Panamericana, México

Publicado

2017-11-02

Como Citar

Casas-Martínez, M. de la L., & Mora-Magaña, I. (2017). A sedação paliativa encurta a vida dos pacientes?. Persona Y Bioética, 21(2). Recuperado de https://personaybioetica.unisabana.edu.co/index.php/personaybioetica/article/view/7028

Edição

Seção

Artigos