Pátria e bem comum: objeção de consciência e desobediência civil

Autores

  • Eduardo Casanova-Ríspoli Autor Instituto de Estudios de Bioética y Salud (IEBS)

Palavras-chave:

Objeção, conscientização, bioética, ética, pessoas.

Resumo

À luz da doutrina tomista sobre a justiça, não só como bem pessoal, mas social também, neste artigo se propõe, analisa e discute a validade da separação da objeção de consciência de desobediência civil como eventos independentes. Propõe-se que devem ser indissociáveis, pois na natureza humana há também uma unidade inseparável entre o ser humano pessoal e o ser humano social. Conclui-se que a responsabilidade pessoal privada e a responsabilidade público-social devem ser unidas no serviço comum, herdado de nossos antepassados na pátria. Este bem é considerado, particularmente pelos do Rio da Prata, “rico patrimônio”, com uma dignidade que não se comercializa, “que não vender ao baixo preço da necessidade”, apesar das coações sobre a dignidade humana, cujo respeito é o mais rico patrimônio cultural de nossa pátria americana.

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Biografia do Autor

Eduardo Casanova-Ríspoli, Instituto de Estudios de Bioética y Salud (IEBS)

Doctor en Bioética. Docente, Facultad de Medicina, Universidad de Montevideo, Uruguay. Presidente Instituto de Estudios de Bioética y Salud (IEBS), Montevideo, Uruguay.

Publicado

2011-03-28

Como Citar

Casanova-Ríspoli, E. (2011). Pátria e bem comum: objeção de consciência e desobediência civil. Persona Y Bioética, 14(2). Recuperado de https://personaybioetica.unisabana.edu.co/index.php/personaybioetica/article/view/1801

Edição

Seção

Artigos de reflexão