Diagnóstico de morte cerebral

Autores

  • Pablo Requena-Meana Autor Pontificia Universidad de la Santa Cruz

Palavras-chave:

morte cerebral, morte encefálica, transplantes de órgãos.

Resumo

Nos últimos anos tem aumentado a oposição ao critério neurológico para determinar a morte, geralmente conhecido como morte cerebral. Mesmo que esta controvérsia tem um fundamento médico, se desenvolve principalmente no campo da filosofia. Neste artigo, apresento o que me parece uma compreensão correta da morte cerebral como um procedimento de diagnóstico, e não para tentar mudar o conceito de morte, o que certamente leva a sérias dificuldades no contexto de uma antropologia cristã. As evidências clínicas sugerindo um aprofundamento na maneira de fazer este diagnóstico para determinar a morte não conduzem a abandoná-lo –ao menos tendo em conta os dados atuais–, já que se faz com rigor técnico e tem mais confiabilidade do que diagnóstico cardiopulmonar. Portanto, este critério poderia continuar a ser usado para a certificação de morte no campo dos transplantes de órgãos.

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Biografia do Autor

Pablo Requena-Meana, Pontificia Universidad de la Santa Cruz

Doctor en Filosofía. Licenciado en Medicina. Profesor del Departamento de Teología Moral, Pontificia Universidad de la Santa Cruz, Roma, Italia. requena@pusc.it

Como Citar

Requena-Meana, P. (2010). Diagnóstico de morte cerebral. Persona Y Bioética, 13(2). Recuperado de https://personaybioetica.unisabana.edu.co/index.php/personaybioetica/article/view/1574

Edição

Seção

Artigos de reflexão