Profesionales de salud y el proceso de muerte y morir de los pacientes: una revisión integrativa

Jéssica Siqueira Perboni, Francielly Zilli, Stefanie Griebeler Oliveira

Resumen


Health professionals and the patient death and die process: an integrating review

Profissionais de saúde e o processo de morte e morrer dos pacientes: uma revisão integrativa

Objetivo: conocer la producción científica sobre la relación entre los profesionales de salud y la muerte del paciente. Metodología: revisión integradora de la literatura mediante análisis de proximidad temática. Resultados: se elaboraron cuatro categorías: profesionales de salud no preparados para enfrentar la muerte; desafíos para lidiar con el proceso de muerte y morir en diferentes escenarios; tipos de muerte y sus interpretaciones, y profesionales de salud; y aspectos personales sobre cómo enfrentar la muerte. Concluciones: los profesionales de salud no están preparados para enfrentar el proceso del final de la vida; más allá de eso, sienten una falta de atención al tema, especialmente en relación con las estrategias de afrontamiento.

Para citar este artigo / Para citar este artículo / To reference this article

Siqueira JZilli FGriebeler S. Profissionais de saúde e o processo de morte e morrer dos pacientes: uma revisão integrativa. pers. bioét. 2018; 22(2): 288-302.  DOI: 10.5294/pebi.2018.22.2.7


Palabras clave


Personal de salud; médicos; grupo de enfermería; muerte; morir; tanatología

Texto completo:

PDF (Português)

Referencias


Azeredo NS, Rocha CF, Carvalho PRA. Enfrentamento da morte e do morrer na formação de acadêmicos da medicina. Rev Bras Ed Med. 2011; 35 (1): 37-43. doi: 10.1590/S0100-55022011000100006.

Mortiz RD. Os profissionais de saúde diante da morte e morrer. Rev Bioética. 2005; 13 (2): 51-63. Disponível em: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/107

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de atenção básica. Caderno de atenção domiciliar. Ministério da Saúde: Brasília; 2013 [consultado em 28 março 2018]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_domiciliar_melhor_casa.pdf

Rosa DSS, Couto SA. O enfrentamento emocional do profissional de enfermagem na assistência ao paciente no processo de terminalidade da vida. Rev Enferm Contemp 2015; 4(1):92-104. doi: 10.17267/2317-3378rec.v4i1.467.

Oliveira SG, Quintana AM, Budó MLD, Bertolino KCO, Kruse MHL. A formação do enfermeiro frente às necessidades emergentes da terminalidade do indivíduo. Rev Enferm UFSM. 2011; 1(1):97-102. doi: 10.5902/217976921996.

Oliveira, SG, Quintana AM, Budó MLD, Lüdtke MF, Cassel PA, Wottrich SH et al. Significados de morte e morrer no curso de enfermagem: um relato de experiência. Rev Enferm UFSM. 2012; 2(2):472-9. doi: 10.5902/217976923493.

Oliveira SG, Quintana AM, Bertolino KCO. Reflexões acerca da morte: um desafio para a enfermagem. Rev Bras Enferm. 2010; 63(6):1077-80. doi: 10.1590/S0034-71672010000600033.

Borges MS, Mendes M. Representações de profissionais de saúde sobre a morte e o processo de morrer. Rev Bras Enferm. 2012; 65(2):324-31. doi: 10.1590/S0034-71672012000200019.

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do SUS (Datasus). Sistema de Informações sobre Mortalidade. Consolidação da base de dados de 2011 [consultado em 28 maio 2017]. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/sim/Consolida_Sim_2011.pdf

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do SUS (Datasus) [Internet]. Mortalidade no Brasil 2016 [consultado em 28 maio 2018]. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/obt10uf.def

Mendes KDS, Silveira RCCP, Galvão CM. Revisão integrativa: método de pesquisa para a Incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto e Contexto Enferm. 2008; 17(4):758-64. doi: 10.1590/S0104-07072008000400018.

Minayo MCS, editor. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12ª ed. São Paulo: Hucitec; 2010.

Barbosa AGC, Massaroni L, Lima EFA. Significados do processo do morrer e da morte para a equipe multiprofissional. Rev Pesq Cuidado é Fundamental. 2016; 8(2):4510-7. doi: 10.9789/2175-5361.2016.v8i2.4510-4517.

Santos MA, Aoki FCOS, Cardoso EAO. Significado da morte para médicos frente à situação de terminalidade de pacientes submetidos ao transplante de medula óssea. Cien Saude Colet. 2013; 18 (9):2625-34. doi: 10.1590/S1413-81232013000900017.

Silva RS, Oliveira CCSG, Pereira A, Amaral JB. O cuidado à pessoa em processo de terminalidade na percepção de graduandos de enfermagem. Rev. RENE. 2015; 16 (3):415-24. Disponível em: http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/2815/2184

Mello AAM & Silva LC. A estranheza do médico frente a morte: lidando com a angústia da condição humana. Rev Abordagem Gestáltica. 2012; 18(1):52-60. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-68672012000100008

Santana JCB, et al. Docentes de enfermagem e terminalidade em condições dignas. Rev Bioética. 2013; 21(2):298-307. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/bioet/v21n2/a13v21n2

Lenherr G, Zehnder BM, Kressig RW, Theil SR. To speak, ornotto speak — do clinicians speak about dying and death with geriatric patients att he end of life? Swiss Med Wkly. 2012; 142:1-7. doi: 10.4414/smw.2012.13563.

Zambrano SC, Chur-Hansen A, Crawford GB. On the emotional connection of medical specialists dealing with death and dying: a qualitative study of oncologists, surgeons, intensive care specialist sand palliative medicine specialists. BMJ Support Palliat Care. 2012; 2:270-5. doi: 10.1136/bmjspcare-2012-000208.

Santos LRG, Menezes MP, Gradvohl SMO. Conhecimento, envolvimento e sentimentos de concluintes dos cursos de medicina, enfermagem e psicologia sobre ortotanásia. Cien Saude Colet. 2013; 18(9):2645-51. doi: 10.1590/S1413-81232013000900019.

Rodenbach RA, Rodenbach KE, Tejani MA, Epstein RM. Relationships Between Personal Attitudes About Death and Communication with Terminally Ill Patients: How Oncology Clinicians Grapple with Mortality. Patient Educ Couns. 2015; 99(3):356-63. doi: 10.1016/j.pec.2015.10.010.

Wilson J. Ward staff experiences of patient death in an acute medical setting. Nurs Stand. 2014; 28 (37):37-45. doi: 10.7748/ns.28.37.37.e7949.

Carmo AS, Oliveira ICS. Criança com câncer em processo de morrer e sua família: enfrentamento da equipe de enfermagem. Rev Brasileira Cancerlogia. 2015; 61(2):131-8. Disponível em: http://www.inca.gov.br/rbc/n_61/v02/pdf/07-artigo-crianca-com-cancer-em-processo-de-morrer-e-sua-familia-enfrentamento-da-equipe-de-enfermagem.pdf

Medeiros YKF, Bonfada D. Refletindo sobre finitude: um enfoque na assistência de enfermagem frente à terminalidade. Rev. RENE. 2012; 13(4):845-52. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/rene/article/view/4045

Álvarez-Del-Rio A, Marván L, Santillán-Doherty P, Delgadillo S, Oñate-Ocaña LF. Facing death in clinical practice: A view from physicians in Mexico. Arch Med Res. 2013; 44:394-400. doi: 10.1016/j.arcmed.2013.05.005.

Granek, L, Bartels U, Barrera M, Scheinemann K. Challenges Faced by Pediatric Oncology Fellows When Patients Die During Their Training. J Oncol Pract. 2015; 11(2):182-9. doi: 10.1200/JOP.2014.001727.

Granek L, Bartels U, Barrera M, Scheinemann K. Challenging patient deaths in pediatric oncology. SupportCare Cancer. 2015; 23(8):2349-56. doi: 10.1007/s00520-015-2602-3.

Granek L, Bartels U, Barrera M, Labrecque M, Scheinemann K. Grief Reactions and Impact of Patient Death on Pediatric Oncologists. Pediatr Blood Cancer. 2015; 62:134-42.

Cherer EQ, Quintana AM, Pinheiro UMS. Sofrimento e libertação: significações sobre a morte na UTI pediátrica. Psico: rev semestral do Instituto de Psicologia da PUC Rio Grande do Sul, Brasil. 2013; 44(4):482-9. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico/article/view/10982

García JFV, González RG, Hervias RG, Reyes C, Zambrano GA, Ceña DP. Facing death in the intensive care unit. A phenomenological study of nurses’ experiences. Contemp nurse. 2016; 52(1):1-12. doi: 10.1080/10376178.2016.1194725.

Semeniuk AP, Durman S, Matos FGOA. Saúde mental da equipe de enfermagem de Centro Cirúrgico frente à morte. Revista da Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material de Esterilização (SOBECC). 2012; 17(4):48-56. Disponível em: https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/188

Souza LF, Misko MD, Silva L, Poles K, Santos MR, Bousso RS. Morte digna da criança: percepção de enfermeiros de uma unidade de oncologia. Rev Esc Enferm USP. 2013; 47(1):30-7. doi: 10.1590/S0080-62342013000100004.

Forster E, Hafiz A. Paediatric death and dying: exploring coping strategies of health professionals and perceptions of support provision. Int J Palliat Nurs. 2015; 21(6):294-301. doi: 10.12968/ijpn.2015.21.6.294.

Anderson NE, Kent B, Owens RG. Experiencing patient death in clinical practice: Nurses’ recollections of the ir earliest memorable patient death. Int J Nurs Stud. 2014; 52:695-704. doi: 10.1016/j.ijnurstu.2014.12.005.

Cauldwell M, Chappell LC, Murtagh G, Bewley S. Learning about maternal death and grief in the profession: a pilot qualitative study. Acta Obstet Gynecol Scand. 2015; 94:1346-53. doi: 10.1111/aogs.12760.

Draper B, Kõlves K, De Leo D, Snowdon J. The impact of patient suicide and sudden death on health care professional. Gen Hosp Psychiatry. 2014; 36(6):721-5. doi: 10.1016/j.genhosppsych.2014.09.011.

Muliira RS, Sendikadiwa VB, Lwasampijja F. Predictors of Death Anxiety Among Midwives Who have Experienced Maternal Death Situations at Work. Matern Child Health J. 2014; 19 (5):1024-32. doi: 10.1007/s10995-014-1601-1.

Granek L, Barrera M, Scheinemann K, Bartels U. Pediatric oncologists’ coping strategies for dealing with patient death. J Psychosoc Onco. 2016; 34(2):39-59. doi: 10.1080/07347332.2015.1127306.

Whyte R, Quince T, Benson J, Wood D, Barclay S. Medical students’ experience of personal loss: incidence and implications. BMC Med Educ. 2013; 13(36):2-7. doi: 10.1186/1472-6920-13-36.

Nova JLL, Filho JJB, Bastos LAM. Lição de Anatomia. Interface. 2000; 4(6):87-95. doi: 10.1590/S1414-32832000000100007.

Oliveira SG, Quintana AM, Budó MLD, Lüdtke MF, Cassel PA, Wottrich SH et al. Significados de morte e morrer no curso de enfermagem: um relato deexperiência. Revista de Enfermagem da UFSM. 2012; 2(2):472-9. doi: 10.5902/217976923493.

Oliveira SG, Quintana AM, Budó MLD, Bertolino KCO, Kruse MHL. A formação do enfermeiro frente às necessidades emergentes da terminalidade do indivíduo. Rev Enfermagem UFSM. 2011; 1(1):97-102. doi: 10.5902/217976921996.




DOI: https://doi.org/10.5294/pebi.2018.22.2.7

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2019 Persona y Bioética

Encuéntrenos en:

Catálogos: Latindex, HELA, Publindex (C). Directorio: Ulrich’s, HINARI. Bases bibliográficas de citación: ISI - SciELO Citation Index. Bases de datos: Scielo, RedalycDialnet, EBSCO, Lilacs, ProQuest Health & Medical, Complete Philosopher’s Index, CLASE. Buscadores: Google Académico.

Contacto: bioetica@unisabana.edu.co

Canje: canje.biblioteca@unisabana.edu.co